Gents, tá no PCD

9 fev

Plano Catarinense de Desenvolvimento SC2015

A parte referente ao meio ambiente e  economia (!!!)

agricultura/agropecuária e meio ambiente

ali  ficamos sabendo  que “O estado é líder na produção de maçã e cebola e é o segundo maior produtor de fumo

ainda na página 53 – “Associado à produção animal está um dos mais críticos problemas ambientais de Santa Catarina, a poluição causada pelos dejetos de suínos. Quando não reaproveitados, esses dejetos muitas vezes alcançam os cursos de água, poluindo os mananciais. As regiões mais afetadas são as bacias hidrográficas do Oeste (como rio Chapecó e rio Irani) e do Sul catarinense (rio Tubarão). Programas de reutilização dos dejetos na 54forma de adubo na própria propriedade têm sido uma medida importante, porém precisam ser acompanhados de ações complementares.Outra causa de destaque como poluidora de recursos hídricos é a atividade de lavra e beneficiamento do carvão mineral na região Sul do estado. Resíduos da exploração de carvão têm sido depositados expostos ao ar e à chuva, contaminando com a acidificação os cursos de água da região. Embora as operações mais recentes sejam ambientalmente menos agressivas, as minas já fechadas ainda representam uma fonte poluidora e um passivo ambiental significativo para as regiões das bacias hidrográficas do Sul do estado (principalmente dos rios Tubarão, Urussanga e Araranguá).Também merece destaque a poluição de recursos hídricos a partir da atividade industrial, em especial nas regiões das bacias hidrográficas da baía da Babitonga e dos rios Itajaí-Açu e Itapocu. A ação dos órgãos ambientais nesses casos tem sido positiva.Deve-se salientar ainda os reflexos do saneamento básico sobre a Deve-se salientar ainda os reflexos do saneamento básico sobre a qualidade dos recursos hídricos. A reduzida extensão da rede de esgotos, principalmente em regiões densamente povoadas, é a principal causa da baixa qualidade da água, a qual tem efeitos adversos sobre a saúde humana e o meio ambiente, limitando também atividades socioeconômicas que dependem dos recursos hídricos, como pesca, maricultura e até mesmo o turismo. Por fim, o destino dos resíduos sólidos também se constitui num problema ambiental de Santa Catarina, uma vez que em apenas 20 municípios, concentrados na região da Grande Florianópolis e no Extremo Oeste, a disposição do lixo é feita de maneira adequada, em aterros sanitários).  Uma política preservacionista importante é a criação de áreas de conservação.   Existem no estado 17 unidades de conservação, sendo 10 unidades federais administradas pelo Ibama e sete unidades sob administração estadual. As áreas de conservação concentram-se na região Leste de Santa Catarina, o que evidencia a carência de áreas de preservação em outras regiões, em especial no Oeste. Vale lembrar ainda que tais unidades proporcionam o desenvolvimento de diversas atividades relacionadas com projetos de educação e pesquisa ambiental.”

 

 

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outras consider@ções

8 fev

Lixo Nosso de Cada Dia é um programa do Ministério do Público, onde encontrei estes dados e montei o recorte com as cidades da região –


8 fev

Hoje fui à audiência pública  com o Ministério Público. Estiveram presentes representantes da Sec. de Obras, da Sec de Meio Ambiente e do Comitê da Bacia, além da minha presença (@labucaneira)  e de Leonildo da Silva (@SalveRiodaMadre) , representando a sociedade civil.

O Comitê da Bacia apresentou um relatório fotográfico georeferenciado muito completo. Eu gravei a audiência e aos poucos vou tentar colocar aqui o que tenho pesquisado.

só posso dizer que o assunto não acaba. Não é só o lixo, só o carvão, só a omissão, só o saneamento, só os agrotóxicos ou o excesso de questões.  A questão é que muito tem sido feito, e muito há para ser feito.  Eu entreguei para o editor da TV Unisul, Ricardo Dias, uma sugestão de pauta, conforme havia conversado com o Prof. Ildo (Diretor de Programação)

a idéia seria filmar algo neste esquema –

Com 174 anos de idade e próximo a completar 40 anos da enchente de 1974 , Tubarão enfrenta um grande desafio. Recuperar o título de cidade Azul.

entrevista – pessoa que utilizava o rio pra lazer, lavar roupas etc..
Agora o que nos resta, é uma paisagem que não deixa dúvidas de quais problemas devem ser enfrentados
– agricultura- carvão- falta de saneamento- suinocultura – lixo  urbano- obras irregulares.

Acompanhe conosco está série que vai contar a história e poderá mudar o destino do Rio Tubarão.

e entreguei uma série de sugestões de perguntas para serem feitas a alguns secretários. Complexo né? E demandaria um trabalho IMENSO.

a lista de problemas quase desanima e eu fico me sentindo bem maluca falando sobre Arte e Problema Ambiental. Quando falo sobre filmar as pessoas e fazer uma cartografia da realidade de uma cidade que condenou o rio à uma zona cinzenta de invisibilidade então fico esperando alguém me sugerir –  vai para casa e sossega.

Mas não é isso que o curso do MinC tem me falado , então eu persisto.

e amanhã meu latitude estará ligado 😉 e percorreremos de barco algumas áreas. Espero voltar com várias imagens.

 

 

Entendendo o projeto , o que era e o que será.

6 fev

O projeto fotográfico documental denominado “entre-pontes, um rio ainda vivo” está sendo realizado como trabalho de conclusão do curso Fotografia, Olhares e Prática realizado na UNISUL. E é composto por

1. Série de fotos enviadas para diversas redes sociais mostrando a situação do Rio Tubarão.

2. #riotubarão , projeto de inclusão da hashtag no twitter, reportando sempre a fotos onde é mostrada a degradação ambiental.

3. Pesquisa  para  produção do Documentário,

Rio Tubarão – 1974-2014 – 40 Anos de História.

4 – Criação do TUMBLR com fotos do rio – www.riotubarao.tumblr.com

 

5 dez

curiosidade – onde será despejado o material dragado?

qual o Órgão Ambiental competente?

 

vale conferir

 

Resolução 344/04 do CONAMA

http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res04/res34404.xml

Resolução 237/97 –

http://www.antt.gov.br/legislacao/Regulacao/suerg/Res237-97.pdf

 

Notisul – 10/11/2010

5 dez

Redragagem do Rio Tubarão: Projeto de R$ 42 milhões é  selecionado no PAC 2

 

A obra

A redragagem do Rio Tubarão será feita no trecho que compreende a parte urbana do manancial, em Tubarão, até a foz, em Laguna. São 31 quilômetros de rio.
A primeira parte deste projeto, orçado em R$ 80 milhões, está pronta desde setembro do ano passado. Trata-se da batimetria, que quantifica o assoreamento do rio para que a calha possa ser redragada e retificada. O último trabalho deste tipo foi realizado em 1982.

Mais da metade deste recurso virá do governo federal, por meio do PAC 2, do Ministério das Cidades, onde Pepê defende o projeto na próxima quinta-feira. O restante da verba poderá vir das prefeituras impactadas diretamente com a obra ou do governo do estado, por exemplo.
A licença ambiental já é elaborada desde agosto para agilizar os trabalhos. A ideia é iniciar a redragagem em Laguna e terminar em Tubarão.”

Diario do Sul 19/11/10

5 dez
Sexta-Feira 19/11/2010 às 05:00

Redragagem

Álvaro Lopes

O vice-prefeito Pepê Collaço entregou ontem no Ministério das Cidades, em Brasília, o pré-projeto da obra de redragagem do Rio Tubarão, que visa a prevenção de enchentes. O município aguarda a destinação de R$ 42 milhões para a obra. Os suplentes Chumbinho e Luiz da Refrigeração acompanharam Pepê.